quarta-feira, 31 de agosto de 2016

População do DF cresce 2,14% em um ano, o equivalente a 'um Guará e meio'

30/08/2016 - G1 DF

DF ganhou 62.386 habitantes, passando a 2.914.830 moradores, diz IBGE.

Aumento registrado foi o maior do país; Brasil tem 206 milhões de habitantes.

Casas no Guará vistas de cima (Foto: Dênio Simões/Agência Brasília)
Casas no Guará vistas de cima (Foto: Dênio Simões/Agência Brasília)

O Distrito Federal ganhou 62.386 habitantes em um ano, aponta o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Entre 2015 e 2016, o DF passou de 2.914.830 moradores para 2.977.216. O aumento, de 2,14%, é o maior comparado com as outras unidades da federação e representa um crescimento populacional equivalente a quase um Guará e meio. Segundo a Codeplan, o Guará tem população estimada de 46.267 habitantes.

Com 489 mil habitantes, Ceilândia seria 43ª cidade mais populosa do país

Brasil tem mais de 206 milhões de habitantes, segundo o IBGE

Os dados foram publicados nesta terça-feira (30), no "Diário Oficial da União". Pelo levantamento, a estimativa é de que população brasileira é de 206.081.432 habitantes. No ano passado, a estimativa era de 204.450.649.

O estado de São Paulo é o mais populoso, com 44.749.699 habitantes. O estado com a menor população é Roraima, que tem 514.229 moradores.

No DF, a região mais populosa é Ceilândia, com 489 mil moradores, número menor apenas do que 42 cidades brasileiras, segundo dados da Codeplan. A região aparece à frente de seis capitais, entre elas Florianópolis, Vitória e Palmas.

O estudo da Codeplan apontou que a taxa média de crescimento na região foi de 4%, em comparação a 2013. “Se a gente considera só Pôr do Sol e Sol Nascente, foi  9% de crescimento. Então a gente vê esse crescimento explosivo que essa área irregular teve nesses últimos dois anos”, afirma o diretor de Estudos e Pesquisa Socioeconômica da Codeplan, Bruno de Oliveira Cruz.

A região de Ceilândia é a que mais abriga nordestinos no DF, mas possui atualmente mais da metade da população entre nascidos na capital. São 51%, diz o levantamento. O estudo mostrou que 37% dos moradores trabalham na própria região.

A renda média familiar do local passou de R$ 2.936 mensais em 2013 para R$ 3.076. Segundo os pesquisadores, o rendimento ainda é considerado baixo. O transporte público é usado por 48% dos moradores. A pesquisa apontou que 72% das crianças até 4 anos não têm vaga em creches.

O levantamento apontou que 61% das casas têm TV de tela plana, 45% têm TV por assinatura, 60% têm carro e 65%, acesso à internet. Para 48% dos entrevistados, a maior queixa foram os buracos no asfalto. Para 23% , lixo e entulho incomodam mais.

Veja abaixo a população de cada estado e do Distrito Federal, segundo o IBGE:

Rondônia: 1.787.279
Acre: 816.687
Amazonas: 4.001.667
Roraima: 514.229
Pará: 8.272.724
Amapá: 782.295
Tocantins: 1.532.902
Maranhão: 6.954.036
Piauí: 3.212.180
Ceará: 8.963.663
Rio Grande do Norte: 3.474.998
Paraíba: 3.999.415
Pernambuco: 9.410.336
Alagoas: 3.358.963
Sergipe: 2.265.779
Bahia: 15.276.566
Minas Gerais: 20.997.560
Espírito Santo: 3.973.697
Rio de Janeiro: 16.635.996
São Paulo: 44.749.699
Paraná:  11.242.720
Santa Catarina: 6.910.553
Rio Grande do Sul: 11.286.500
Mato Grosso do Sul: 2.682.386
Mato Grosso: 3.305.531
Goiás: 6.695.855
Distrito Federal: 2.977.216

http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2016/08/populacao-do-df-cresce-214-em-um-ano-o-equivalente-um-guara-e-meio.html

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

GDF começa as obras de construção de quatro viadutos em Águas Claras


17/12/2015 – Fato Online – Brasília/DF

Começou nessa quinta-feira (17) as obras para a construção de quatro viadutos na cidade de Águas Claras que irão melhorar a fluidez no trânsito da cidade. Essas intervenções já haviam sido prometidas em maio deste ano pelo governador do Distrito Federal Rodrigo Rollemberg durante as comemorações do aniversário de 12 anos da região administrativa e só agora foram iniciadas.

A previsão de conclusão é de cinco meses e a obra custará, no total, cerca de 14 milhões aos cofres públicos. Segundo o governo de Brasília parte dos recursos foram garantidos com empréstimos do Banco do Brasil e outra parte veio do orçamento do GDF e recursos da Terracap.

Os viadutos facilitarão a interligação das vias internas e o acesso para as avenidas Boulevard Norte e Sul, que ficam a margem da linha do metrô. Mas os problemas enfrentados pela população nas vias que dão acessos à cidade ainda não tem previsão para serem resolvidos.

“Essa obra compõe um conjunto de intervenções urbanas para a mobilidade”, garantiu o governador Rodrigo Rollemberg no lançamento da obra. Ainda essa semana o chefe do executivo lançou as obras de expansão do metrô para a Asa Norte e a retomada do projeto do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos). Em seu discurso o governador afirmou que os recursos do BNDES para as obras do Trevo de Triagem Norte sairão em janeiro.

O viaduto 1 ficará na rua 37 norte: sobre a linha do Metrô, interligando as Rua 37 Norte e Sul; viaduto 2 Rua Alecrim: interligação das vias internas de Águas Claras sobre a linha do Metrô-DF interligando a Rua Alecrim; o viaduto 3 será interligando a Rua Manacá; e o último na Rua 36 Norte interligando com a rua 36 Sul.

Parte da obra será realizada no período noite com a intenção de não atrapalhar mais ainda o trânsito da cidade que já é intenso. O governador prometeu cobrar da empreiteira que o cronograma da obra seja cumprido no prazo estabelecido.



terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Águas Claras terá consulta pública sobre ciclofaixas

Encontro está marcado para quarta (9) à noite e reunirá representantes do governo e da sociedade
Da Agência Brasília, com informações da Secretaria de Gestão do Território e Habitação

07/12/2015 - Agência Brasília

Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília - 22.10.2015
Águas Claras terá consulta pública sobre ciclofaixas
Águas Claras terá consulta pública sobre ciclofaixas

Uma consulta pública para debater a demarcação de ciclofaixas em Águas Claras ocorrerá na quarta-feira (9), às 19h30, no auditório do Colégio La Salle, na Quadra 301 da região.

Participarão do encontro representantes da Associação de Moradores de Águas Claras, do Departamento de Trânsito (Detran), da administração regional e da Secretaria de Gestão do Território e Habitação.

Segundo o titular da pasta, Thiago de Andrade, a consulta pública é uma oportunidade para esclarecer detalhes do projeto elaborado pelo órgão com o objetivo de fomentar o uso do metrô por meio de intervenções voltadas a deslocamentos não motorizados, a exemplo da pintura de ciclofaixas. "Alguns setores criaram resistência a alguns pontos bem particulares. Precisamos equalizar isso."

Acesse o projeto sobre mobilidade no entorno das estações de metrô.

Consulta pública sobre ciclofaixas em Águas Claras
9 de dezembro (quarta-feira)
Às 19h30
No auditório do Colégio La Salle de Águas Claras (Quadra 301)

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Brasília pode ter ‘cidade’ ao redor do aeroporto

27/11/2015 -  O Globo

BRASÍLIA- De olho na reforma administrativa do governo federal, que busca reduzir gastos com o custeio da máquina pública, a concessionária do aeroporto de Brasília (Inframérica) viu uma oportunidade para aumentar suas receitas oferecendo ao governo a construção de uma Cidade Administrativa em torno do aeroporto. Ela ofereceu a possibilidade de construir prédios sob medida para as necessidades dos organismos federais, que seriam alugados para o governo. Concessionária e governo confirmaram ao GLOBO a negociação, que ainda não tem um preço de consenso.

Segundo fontes do Ministério do Planejamento, a Inframérica está cobrando um valor elevado demais pelos aluguéis. O trunfo da Inframérica na oferta dos edifícios construídos no modelo "built-to-suit” (construído para servir, em tradução livre do inglês), é de que, no fim do período de concessão de 25 anos, esses imóveis serão incorporados ao patrimônio da União, que, a partir de então, poderá continuar a ocupá-los sem ter de pagar o aluguel.

Em agosto, o Planejamento anunciou um plano para vender imóveis da União para reforçar os cofres do Tesouro Nacional e ao mesmo tempo construir novos prédios para acomodar órgãos públicos, o que resultaria numa economia com aluguéis. A ideia é vender quase 700 imóveis. O total arrecadado pode ser de R$ 1,8 bilhão, segundo as estimativas do governo.

Em outra frente, a proposta seria construir, em parceria com a iniciativa privada, seis anexos em prédios de ministérios e uma segunda sede da Receita Federal. Somente a construção dos anexos deve permitir à União deixar de pagar, em aluguéis, R$ 1,363 bilhão. Descontados os custos da obra, de R$ 1,260 bilhão, a economia no fim dos 12 anos será de R$ 103 milhões.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Começa a desocupação da orla do Lago Paranoá

24/08/2015 - Agência Brasília

QL 12 do Lago Sul é primeiro local da operação. Moradores não ofereceram resistência
Ádamo Araujo, da Agência Brasília

Foto: Dênio Simões/Agência Brasília
Governo inicia desobstrução da orla do Lago Paranoá. QL 12 do Lago Sul (Península dos Ministros)
Começa a desocupação da orla do Lago Paranoá

Governo inicia desobstrução da orla do Lago Paranoá. QL 12 do Lago Sul (Península dos Ministros)
Atualizada em 24 de agosto de 2015, às 13h57

Começou na manhã desta segunda-feira (24) a operação da Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis) de desocupação da orla do Lago Paranoá. Edificações dentro de 30 metros da margem serão retiradas. Na primeira residência, na QL 12 do Lago Sul, os moradores se anteciparam e removeram as cercas. 

Nos dois terrenos seguintes, porém, foi necessária a atuação de um trator da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) para derrubar as grades. Não há qualquer resistência por parte dos moradores até o momento.

A ação está dividida em quatro etapas e contará com diversos órgãos locais. A primeira inclui 47 lotes das QL 12 do Lago Sul e QL 2 do Lago Norte — quadras com menor grau de dificuldade para serem desocupadas, porque estão parcialmente desobstruídas.

Estão sendo retirados muros, cercas, portões, alambrados e qualquer material que esteja em área pública e impeça a circulação e a chegada à margem. A ordem para deixar a faixa acessível a todos veio de uma sentença judicial de 2011, provocada por uma ação civil pública ajuizada em 2005 pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios.

Píeres, gazebos, quadras esportivas e outros equipamentos construídos por moradores na faixa de 30 metros serão mantidos e tornados públicos até que o Instituto Brasília Ambiental (Ibram) e a Secretaria de Gestão do Território e Habitação concluam o plano de uso e de recuperação da área.

Não serão alvo de remoção terrenos devidamente escriturados dentro da área de preservação permanente e lotes da União e de embaixadas. Os 80 quilômetros da orla deverão estar livres em dois anos.

Península dos Ministros
A operação teve início por volta das 9 horas no Conjunto 8, da QL 12 (Península dos Ministros), e continuou no Conjunto 10. O balanço da manhã registrou quatro terrenos com grades, parapeitos e cercas-vivas derrubados.

Estão no local dois tratores e equipe formada por integrantes da Agência de Fiscalização do DF (Agefis), da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), do Departamento de Trânsito do DF (Detran-DF), da Vigilância Ambiental, da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), da Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb), da Companhia Energética de Brasília (CEB), do Corpo de Bombeiros Militar do DF, da Administração Regional do Lago Sul, do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), do Instituto Brasília Ambiental (Ibram), das Polícias Militar do DF, Civil e Militar Ambiental, além da Secretaria de Gestão do Território e Habitação e da subsecretaria de Ordem Pública e Social.

O trabalho continua à tarde e, segundo a presidente da Agefis, Bruna Pinheiro, não há previsão de quantos terrenos serão desobstruídos nesta segunda-feira.

Começa a desocupação da orla do Lago Paranoá

Começa a desocupação da orla do Lago Paranoá

Começa a desocupação da orla do Lago Paranoá

Começa a desocupação da orla do Lago Paranoá

Começa a desocupação da orla do Lago Paranoá

Começa a desocupação da orla do Lago Paranoá

Começa a desocupação da orla do Lago Paranoá

Começa a desocupação da orla do Lago Paranoá

Começa a desocupação da orla do Lago Paranoá

Começa a desocupação da orla do Lago Paranoá

Começa a desocupação da orla do Lago Paranoá

Começa a desocupação da orla do Lago Paranoá

Começa a desocupação da orla do Lago Paranoá

Começa a desocupação da orla do Lago Paranoá


quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Metrô do DF contrata elaboração de plano diretor por R$ 5,26 milhões

05/08/2015 - G1

O Metrô do Distrito Federal contratou duas empresas de consultoria ao custo de R$ 5,26 milhões para elaborar um novo plano diretor para o transporte na capital. O consórcio formado por Logit e Tecton terá 24 meses para apresentar o documento e uma pesquisa sobre a mobilidade urbana na capital.

O órgão diz ter economizado R$ 300 mil frente à estimativa da licitação, que era de R$ 5,56 milhões. O acordo corresponde a seis vezes o que foi pago à Logit e à Logitrans para preparar a licitação das bacias de ônibus, entre 2010 e 2011. O consórcio Logit-Logitrans foi contratado por US$ 476,8 mil (R$ 874,5 mil) em junho de 2010, quando o dólar valia R$ 1,834.

O presidente do Metrô, Marcelo Dourado, afirma que o valor é justificado pelo ineditismo do novo projeto. "Esse plano não existe em lugar nenhum. A área de abrangência não é circunscrita ao DF, está relacionada à Ride [Região Integrada de Desenvolvimento, criada em 2001 e que inclui 21 municípios de Goiás e Minas Gerais]. Você tem mais de 1,2 milhão de pessoas que moram fora e se dirigem diariamente a Brasília", diz.

Segundo Dourado, a ideia é aproveitar linhas ferroviárias que já existem nessas direções para amplificar o transporte sobre trilhos.

A entrega do Plano Diretor de Transporte sobre Trilhos (PDTT), em 2017, deve coincidir com a conclusão prevista da expansão do Metrô em Samambaia, Ceilândia, Asa Sul e Asa Norte.

"Esses projetos em andamento são resultados do PDTU [Plano Diretor de Transporte Urbano]. Eram processos que estavam parados, com recursos alocados do governo federal. Já deveriam ter sido feitos. A novidade é uma rede integrada de VLTs, que também deve ser concluída no mesmo período", declara Dourado.

Plano em reforma

O presidente do Metrô afirma que o PDTT pode "reformar" o plano elaborado há cinco anos, mas diz que este não é o objetivo principal do contrato. "São estudos de origem e de destino que vão definir todo o fluxo de mobilidade. É lógico que o PDTU pode servir de subsídio, mas o PDTT é um projeto inovador."

Segundo Dourado, especialistas em mobilidade urbana apontam o modal ferroviário como o "futuro" do transporte público. "O mundo sinaliza de uma forma muito positiva a preferência pelo transporte de alta capacidade ferroviário, com metrôs e VLTs. A função do transporte rodoviário é alimentar esse sistema".

O gestor diz acreditar que as investigações da CPI do Transporte na Câmara Legislativa e osquestionamentos da Justiça sobre a licitação das bacias de ônibus, em 2010, não descredenciam a Logit, parte do consórcio que preparou a licitação. A empresa parceira no consórcio, Logitrans, é ligada ao advogado Sacha Reck, suspeito de direcionar a concorrência dando consultoria às empresas vencedoras – o que ele nega.

"A empresa [Logit] é extremamente respeitada no mercado, com base nos trabalhos que já foram feitos. Do ponto de vista técnico, não há questionamento. Existe um calendário de entrega dos produtos, um corpo de pesquisadores que é altamente qualificado. Estou despreocupado em relação à qualificação dessa empresa, e os requisitos da licitação foram preenchidos", declarou Dourado.

Sem embaraço

O presidente da Logit, Wagner Colombini, afirmou ao G1 por telefone que não há qualquer constrangimento na assinatura do contrato, com base nas investigações do consórcio anterior. Segundo ele, o advogado Sacha Reck era vinculado à Logitrans e tinha "experiência neste ramo".

"Eu entendo que não [há constrangimento] porque o Sacha é da Logitrans. É experiente e atua na área de transporte coletivo, na área de licitações. Tudo o que está sendo levantado [pelas investigações] é a atuação em outros locais. Não tivemos nenhuma atuação com o Sacha Reck no Paraná, em São Paulo, em outras áreas", diz Colombini.

Segundo o ele, o contrato celebrado com o Metrô é bem mais caro que a consultoria prestada em 2010 porque o nível de detalhamento é diferente. O presidente da Logit diz que o novo documento vai envolver uma pesquisa de campo, domiciliar, com mais de 20 mil famílias.


"A consultoria de 2010 foi basicamente em cima de informações existentes, modelo existente. Era analisar o que era proposto pela secretaria. Agora, a gente vai fazer algo totalmente novo, mas o que já foi definido [na expansão do Metrô] não muda. A gente já considera como parte de uma rede comprometida", afirma.

sábado, 11 de julho de 2015

Senado estimula os servidores da Casa a irem para o trabalho de bike

11/07/2015 - O Tempo - BH


O Senado estimula os servidores da Casa a irem para o trabalho de bike. O ponto de encontro é a praça do Museu da República para que o grupo siga em direção ao Congresso Nacional.

No mês passado foi aprovada resolução que cria o espaço do ciclista – local a ser operacionalizado que deverá contar com banheiros, chuveiros, armários e bicicletário seguro para os servidores poderem ir trabalhar de bicicleta.

R$ 21,3 mil ... É O VALOR que a Secretaria de Administração da Presidência da República empenhou para a compra de equipamentos de atividade física, incluindo bicicletas